Centro de Convenções Bolsa do Rio  |  Praça Quinze de Novembro n° 20  |  Rio de Janeiro - Brasil

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Presidente da ABEN vê com otimismo o futuro do setor nuclear no Brasil

Entrada de novos agentes poderia acelerar vários projetos do setor, tanto na área de mineração, quanto na produção de eletricidade
Assess. SIEN2017: 09/06/2017  | 10:10hs | Rio de Janeiro

Solução de Angra 3 deve incluir parceiro privado

Assessor de Desenvolvimento de Novas Centrais Nucleares da Eletronuclear confirma presença no painel sobre a retomada da usina
Assess. SIEN2017: 06/06/2017  | 12:10hs | Rio de Janeiro

Sien 2017:Retomada da Usina Nuclear de Angra 3 no centro dos debates

Fonte de energia firme e limpa, expansão do uso da energia nuclear na matriz elétrica do País é considerada hoje irreversível
Assess. SIEN2017: 05/06/2017  17:10hs | Rio de Janeiro

WNA defende expansão da geração nuclear para 25% até 2050

Diminuir o impacto do setor energético no aquecimento global e atingir as metas de redução de emissão da COP21, significa rever a participação da geração nuclear na matriz mundial"
Assess. SIEN2016: 08/09/2016  14:30hs | Rio de Janeiro

Brasil se prepara para 2ª fase de enriquecimento  do urânio isotópicoBrasil se prepara para 2ª fase de enriquecimento  do urânio isotópico

As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) estão se preparando para entrar na 2ª fase do enriquecimento isotópico de urânio.
Assess. SIEN2016: 02/09/2016  | 14:30hs | Rio de Janeiro

Programa nuclear de longo prazo para o Brasil

Alexandre Ramos é pesquisador da Escola de artes, ciências e humanidades; Nucleo de pesquisa em modelagem de sistemas complexos; Depto. de Radiologia e Oncologia, Fac. de Medicina – USP e Inst. do Cancer de SP
Portal petronoticias: 29/08/2016  | 13:00hs
Rio de Janeiro

Informação: a chave para aceitação pública

Pesquisa mostra que população reage positivamente sobre a questão nuclear quando conhece mais sobre o tema
Assess. SIEN2016: 24/08/2016  | 13:00hs | Rio de Janeiro

Saiba mais sobre o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB)

Com Reator Multipropósito, Brasil terá autonomia na produção de radioisótopos
Fonte CNEN: 19/08/2016  | 08:00hs | Brasília

Prorrogado prazo para inscrições com desconto

O SIEN 2016, que acontece nos dias 20 e 21 de setembro, no Rio de Janeiro, teve seu período de inscrições com desconto prorrogado até a próxima segunda-feira (15/08).
Assess. SIEN2016: 12/08/2016  | 12:00hs | Rio de Janeiro

Submarino Nuclear Brasileiro

Visita técnica será ao Prosub – a fábrica de submarinos da Marinha em Itaguaí, Rio de Janeiro
Assess. SIEN2016: 27/07/2016  | 16:00hs | Rio de Janeiro

SIEN 2016 terá parceria da FGV Energia

A FGV Energia acaba de lançar um caderno técnico voltado para o setor de Energia Nuclear
Assess. SIEN2016: 05/07/2016  | 14:30hs | Rio de Janeiro

Rosatom confirma presença no SIEN 2016 e na EXPONUCLEAR

Já instalada no Brasil, estatal russa mantém um escritório no Rio de Janeiro para atender o Brasil e América Latina
Assess. SIEN2016: 30/06/2016  | 14:30hs | Rio de Janeiro

SIEN debate em setembro novo modelo para o negócio nuclear

Mudança na data vai permitir o debate em um ambiente mais favorável para a economia do País.
Assess. SIEN2016: 29/06/2016  | 14:30hs | Rio de Janeiro
Presidente da ABEN vê com otimismo o futuro do setor nuclear no Brasil

Entrada de novos agentes poderia acelerar vários projetos do setor, tanto na área de mineração, quanto na produção de eletricidade

“O uso da energia nuclear tende a crescer em todos os seus segmentos, principalmente na área das aplicações, onde diversos países voltaram a investir em ciência básica, na busca da utilização de radioisótopos, dentre outros. No campo da produção de energia, vários países continuam construindo novas plantas, em particular a China, onde esta fonte é considerada essencial para a saúde pública. Por outro lado, a Agência Internacional de Energia Atômica vem recebendo um número enorme de pedidos de suporte para iniciar programas de geração nuclear de países da África, Oriente Médio, Ásia e América Latina”. A análise é da Presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Olga Simbalista, em entrevista ao Site do Sien. No Brasil, apesar dos problemas recentes com a paralisação das obras de Angra 3, o quadro é bastante positivo, na visão dela, com INB, Nuclep, Marinha, Amazul em plena atividade. “O setor nuclear está bem exceto no que se refere a Angra 3. A Amazul, por exemplo, firmou convênio para atuar no RMB, além do desenvolvimento de várias outras atividades, envolvendo uma equipe de cerca de 1800 pessoas. As atividades do Prosub continuam em um bom ritmo, tanto na continuidade da conclusão dos estaleiros SBN, como a produção na UFEM”, ressalta a Presidente da ABEN que já confirmou presença no Sien.
Sien -  Qual a sua avaliação sobre o atual cenário de energia nuclear no Brasil? Estamos na contramão em relação aos demais países?
Olga Simbalista - Não estamos na contramão de outros países.
O país, globalmente, passa por uma crise sem precedentes, que atinge todos os setores, principalmente sob o aspecto econômico, com a restrição de recursos para a infra-estrutura.
Mas o setor nuclear está bem exceto no que se refere a Angra 3.
Angra 1 e Angra 2 estão mantendo a confiabilidade da base do sistema elétrico, o setor de pesquisa e desenvolvimento continua com todas as suas atividades nas áreas de produção de combustíveis para reatores de pesquisas, na produção de radiofármacos e, principalmente, foi dado início ao projeto detalhado do Reator Multipropósitos Brasileiro.
A INB inicia a exploração de uma nova mina, em Caetité, dá prosseguimento ao licenciamento de do complexo de Itatáia e mantem a produção de combustível para as usinas brasileiras, bem como inicia fornecimento de material enriquecido para a Argentina.
A NUCLEP tem suas instalações em plena atividades, com uma carteira de encomendas robusta, com produção para Angra 3, para o programa da marinha (Prosub e CTMSP) e para a Petrobras.
O programa da marinha continua em pleno desenvolvimento, no CTMSP destaca-se a construção dos prédios do reator  e da turbina, além da implantação de nova cascata de enriquecimento e da implantação do simulador do protótipo do reator do submarino nuclear.
A Amazul firmou convênio para atuar no RMB, além do desenvolvimento de váris outras atividades, envolvendo uma equipe de cerca de 1800 pessoas.
As atividades do Prosub continuam em um bom rítimo, tanto na continuidade da conclusão dos estaleiros SBN, como a produção na UFEM.
Sien - Quais os principais potenciais dessa fonte de energia para o médio e longo prazo?
Olga Simbalista - O uso da energia nuclear tende a crescer em todos os seus segmentos, principalmente na área das aplicações, onde diversos países voltaram a investir em ciência básica, na busca da utilização de radioisótopos, dentre outros. No campo da produção de energia, vários países continuam construindo novas plantas, em particular a China, onde esta fonte é considerada essencial para a saúde pública. Por outro lado, a Agência Internacional de Energia Atômica vem recebendo um número enorme de pedidos de suporte para iniciar programas de geração nuclear de países da África, Oriente Médio, Ásia e América Latina.
Sien -Assim como em outras fontes de geração, a nuclear ainda depende do andamento de medidas regulatórias e de políticas de expansão para sustentar seu crescimento? Como isso tem se configurado? Estamos avançando no fomento a energia nuclear?
Olga Simbalista - As políticas de expansão para novas fontes de energia é uma realidade mundial, principalmente no que se refere aos novos renováveis (eólica e solar), mas no caso da energia nuclear não se aplica, pois trata-se de uma tecnologia madura, que tem custos relativamente elevados e em determinados mercados não é muito competitiva.
Sien -  Como as denúncias de corrupção envolvendo a Eletronuclear impactam esse setor?
Olga Simbalista - As denúncias de corrupção tiveram um forte impacto na construção de Angra 3, pois requereu o cancelamento de vários contratos, a antecipação da amortização de financiamentos, e a necessidade de buscar de novos parceiros para que sua conclusão se dê.
Sien - Tendo em vista as dificuldades hoje do Governo para investir e a crise que atinge o setor de óleo e gás no mundo, como o senhor vê o momento da área nuclear no Brasil e no mundo?
Olga Simbalista - Os setores de gás e óleo não passam por crise, ao contrário continuam expandindo em todo o mundo, inclusive no Brasil. As questões envolvendo a energia nuclear no mundo são, em sua maioria, nos casos de suas paralisações, de natureza de políticas locais.
Sien -  O que falta ao Brasil para retomar de forma plena e concreta o crescimento do setor? A questão é política, passa por uma reforma institucional?
Olga Simbalista - A retomada do setor no país está associada, primeiramente, à volta do crescimento econômico e da estabilidade política, da conclusão de Angra 3 e da exaustão do potencial hidrelétrico economicamente aproveitável.
Sien -  A participação privada seria hoje a opção, diante dessa escassez de recursos do governo para investimentos?
Olga Simbalista - Com certeza, a entrada de novos agentes poderia acelerar vários projetos do setor, tanto na área de mineração, quanto na produção de eletricidade, porém esbarra em preceitos constituc ionais, que no presente momento, não teriam prioridades para serem alterados.
Sien -A senhora acha viável a construção de 12 novas plantas no Brasil até 2050l? 
Olga Simbalista - Não só provável, mas imprescindível, desde que não seja descoberta, neste período, uma nova fonte energética revolucionária, o que seria muito pouco provável.Após 2030, o potencial hidráulico remanescente estará exaurido e o uso crescente das novas renováveis, devido a suas intermitências, vão requerer vultosas plantas na base do sistema, sendo a nuclear a mais competitiva.
Sien -  A aceitação pública é outro desafio para o crescimento do setor? Isso em avançado? Como o senhor vê hoje essa questão?
Olga Simbalista - A aceitação pública é um fator de restrição ao uso da energia nuclear em vários locais do mundo e, no Brasil, um tema de muito difícil assimilação, mas não devemos esquecer que a localidade brasileira onde temos maior aceitação pública é na macro região de Angra dos Reis.
Sien -  Mão de obra é outro desafio. Como vê hoje o interesse e participação dos jovens no setor nuclear ?
Olga Simbalista - A maior preocupação dos jovens brasileiros, hoje, é conseguir e manter um emprego, seja em que setor for. Caso haja uma demanda do setor nuclear, a despeito da necessidade de mão de obra especializada, também haverá oferta de jovens talentosos para cobri-la.
Foto:Divulgação ABEN
Solução de Angra 3 deve incluir parceiro privado

Assessor de Desenvolvimento de Novas Centrais Nucleares da Eletronuclear confirma presença no painel sobre a retomada da usina

Os critérios e a participação de um parceiro privado na retomada do projeto de construção da Usina de Angra 3, opção mais provável para viabilizar a retomada das obras, serão o tema da palestra que o Assessor de Desenvolvimento de Novas Centrais Nucleares da Eletronuclear, Marcelo Gomes, vai fazer durante o 8º Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2017).
Marcelo Gomes, que já confirmou participação no evento, participará do painel que vai discutir a retomada de Angra 3 e as novas usinas nucleares no Brasil, marcado para às 14:00hs do dia 12 de julho, primeiro dia do evento. Segundo ele, a reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que vai discutir a questão de Angra 3 está marcada para o próximo dia 8 de junho, “e acredito que teremos um posicionamento firme”.
Para o executivo da Eletronuclear, a inclusão de um parceiro privado é uma das possibilidades, “talvez a mais concreta. Estou trabalhando muito nisso, e vou falar sobre isso na minha apresentação no SIEN”, afirmou. Participam ainda do painel o Diretor Técnico da Eletronuclear, Leonam Guimarães; e o Diretor de Estudos de Energia Elétrica da EPE, Amilcar Guerreiro;
A participação de um parceiro privado como solução para usina nuclear de Angra 3 havia sido admitida em declaração recente do próprio Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, durante evento no Rio de Janeiro.
Segundo o ministro, a conclusão da construção da usina nuclear de Angra 3, cujas obras estão paralisadas desde o final de 2015, deverá exigir entre 8 bilhões e 9 bilhões de reais em investimentos e até cinco anos de trabalho. Fernando Coelho antecipou ainda que a empresa privada daria apoio financeiro e operacional à empreitada (manutenção), “e a operação seria da Eletronuclear”, afirmou.
Agenda SIEN 2017
Já consagrado no calendário do setor, o SIEN entra nesta oitava edição em 2017, com a proposta de ampliar e aprofundar a discussão em torno da melhor solução para a conclusão da usina, que hoje está com alguns contratos suspensos e outros em processo de rescisão. Fonte de energia firme e limpa, a expansão do uso da energia nuclear na matriz elétrica do Brasil se mostra, hoje, indispensável para suprir a demanda nos países desenvolvidos e em desenvolvimento.
O SIEN reúne empresas brasileiras e internacionais, autoridades do governo, agências internacionais, técnicos e gestores da cadeia industrial do setor, universidades, institutos de pesquisa, associações técnicas, profissionais e empresariais, além de outros segmentos. Traz em sua programação painéis e palestras sobre a Política Nuclear no País, os desafios para o desenvolvimento do setor no Brasil e no mundo, novas tecnologias e soluções voltadas à operação e segurança das usinas nucleares, bem como os diversos usos da radiação para fins pacíficos. Promove em paralelo a EXPONUCLEAR, uma mostra de tecnologias e soluções para a cadeia nuclear, além da tradicional visita técnica, que em 2017 deverá ser à Fábrica e Combustível Nuclear da INB, em Resende, no Rio de Janeiro.
Foto:Divulgação Eletronuclear
Inscrições já estão abertas: retomada da Usina Nuclear de Angra 3 no centro dos debates

Fonte de energia firme e limpa, expansão do uso da energia nuclear na matriz elétrica do País é considerada hoje irreversível

Estão abertas as inscrições para o VIII Seminário Internacional de Energia Nuclear (VIII SIEN) e para a visita técnica à fábrica de combustível nuclear da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que integra o programa do evento. O SIEN 2017 acontece nos próximos dias 12 e 13 de julho, no Centro de Convenções Bolsa do Rio, no Rio de Janeiro, e terá como tema central a retomada das obras da usina nuclear de Angra 3, paralisadas há cerca de um ano e meio devido a crise político-econômica que envolveu o País. A visita técnica está programada para o dia 14, encerrando o evento.
Até o momento, a terceira usina nuclear brasileira tem 62% de conclusão, mas uma parte fundamental – a montagem eletromecânica – vai demandar muito trabalho. O custo da usina também está em reavaliação, sendo que em 2015 o orçamento tinha subido para R$ 17 bilhões, dos quais R$ 5,3 bilhões já haviam sido gastos. Agora o setor busca novas soluções para retomar o projeto nuclear brasileiro, entre as quais a participação do setor privado nos empreendimentos.
Já consagrado no calendário do setor, o SIEN entra nesta oitava edição em 2017, com a proposta de ampliar e aprofundar a discussão em torno da melhor solução para a conclusão da usina, que hoje está com alguns contratos suspensos e outros em processo de rescisão. Fonte de energia firme e limpa, a expansão do uso da energia nuclear na matriz elétrica do Brasil se mostra, hoje, indispensável para suprir a demanda nos países desenvolvidos e em desenvolvimento.
O SIEN reúne empresas brasileiras e internacionais, autoridades do governo, agências internacionais, técnicos e gestores da cadeia industrial do setor, universidades, institutos de pesquisa, associações técnicas, profissionais e empresariais, além de outros segmentos. Traz em sua programação painéis e palestras sobre a Política Nuclear no País, os desafios para o desenvolvimento do setor no Brasil e no mundo, novas tecnologias e soluções voltadas à operação e segurança das usinas nucleares, bem como os diversos usos da radiação para fins pacíficos. Promove em paralelo a EXPONUCLEAR, uma mostra de tecnologias e soluções para a cadeia nuclear, além da tradicional visita técnica, que em 2017 deverá ser à Fábrica e Combustível Nuclear da INB, em Resende, no Rio de Janeiro.
Foto:Divulgação Eletronuclear
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